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Davi Alcolumbre usa a presidência do Senado para se proteger e proteger aliados. Trava CPIs, e impede que o Conselho de Ética analise as denúncias contra ele mesmo.
Este abaixo-assinado pede a cassação do mandato do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Em junho de 2026, vazou que o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, incluiu em uma proposta de delação premiada a alegação de ter pago aproximadamente R$ 155 milhões em propina a Alcolumbre, via depósitos em conta no exterior, em troca de apoio a interesses do banco no Senado. A operação teria sido intermediada por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro.
Mesmo depois de o pedido de CPMI mista reunir o apoio regimental necessário — 27 senadores e 171 deputados, o que deveria tornar automática a abertura da comissão na sessão seguinte do Congresso — Alcolumbre se recusou a ler os requerimentos, alegando que o momento da leitura é ato discricionário da presidência, isso em maio de 2026. Ele chegou a dizer publicamente que a CPMI serviria de "palanque eleitoral" e que outras instituições já estariam apurando o caso. Esse bloqueio se repetiu por diversas sessões.
Este é talvez o ponto mais forte para uma petição: o partido Novo protocolou, em março de 2026, uma representação formal no Conselho de Ética do Senado pedindo o afastamento imediato de Alcolumbre, alegando que ele não dava andamento a pedidos de impeachment contra ministros do STF nem instalava a CPMI do Banco Master. Mas essa representação não conseguiu nem ser analisada, porque o Conselho de Ética do Senado sequer estava instalado — o que levou o Novo a acionar o próprio STF, em junho de 2026, com um mandado de segurança pedindo que a Corte obrigasse a instalação do colegiado. Na prática, o presidente do Senado está impedindo que a instância responsável por apurá-lo comece a funcionar.
Davi Alcolumbre lidera os índices de impopularidade entre os presidentes do Legislativo. Sua condução no Senado é amplamente rejeitada pela população.
A perda imediata do cargo de senador pela comprovação de quebra de decoro parlamentar e uso do cargo para barrar investigações.
A aplicação da Lei da Ficha Limpa para suspender seus direitos políticos, impedindo-o de disputar novas eleições.
Abertura imediata de inquéritos pelo Conselho de Ética e PGR para apurar rigorosamente todas as denúncias de corrupção.
Pode oferecer denúncias criminais diretamente ao STF e abrir investigações sobre corrupção e propina.
Responsável por julgar a quebra de decoro parlamentar e recomendar a cassação definitiva do mandato.
Executa inquéritos, quebras de sigilo bancário/fiscal e operações de busca em esquemas de corrupção.
Órgão competente para julgar parlamentares com foro privilegiado e autorizar afastamentos de cargos.
Este abaixo-assinado pede a cassação do mandato do senador Davi Alcolumbre, presidente do Senado Federal, com base em denúncias de corrupção, obstrução de investigações e quebra de decoro parlamentar.
O documento será encaminhado ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado (CEDP) e à Procuradoria-Geral da República (PGR), para que tomem as providências cabíveis.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pode investigar e oferecer denúncia por crimes comuns contra parlamentares, atuando de forma independente do Senado. É o caminho mais direto para uma investigação criminal contra Alcolumbre.
É a perda definitiva do cargo de senador, decidida pelo Plenário do Senado, geralmente após recomendação do Conselho de Ética ou condenação criminal transitada em julgado (sem possibilidade de recurso).
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